Follow @manomenezes!

julho 26, 2010

“Quero agradecer profundamente as manifestações de apoio e msgs de carinho que recebi de vcs nesta semana e, em especial, no dia de hoje.”

Esse foi o tweet (!) de Mano Menezes logo após ser anunciado como novo treinador da seleção brasileira.

Mano, gaúcho de Passo do Sobrado.

É o técnico que reergueu dois dos grandes clubes de futebol do país.

Foi o general do exército gremista que venceu o Náutico jogando com apenas 7 jogadores, na partida que entrou para a história como A Batalha dos Aflitos.

Ali, chamou a atenção o trabalho de Luis Antônio Venker de Menezes, ou Mano Menezes.

No Corinthians, assumiu o timão do barco alvi-negro, que emergiu da segunda divisão ao topo do futebol nacional, com o título da Copa do Brasil.

Missão: o Hexa.

É formado em Educação Física e Administração. Estudou pra chegar onde está, valorizo isso.

Nunca ganhou um título internacional – foi eliminado pelo Flamengo no comando do centenário corinthiano na Libertadores. Esse é seu calcanhar de aquiles.

Mas sabe motivar um time. Conhece o futebol brasileiro. Não é polêmico. Vai dar certo, confio que vai.

E creio que a torcida vai apoiá-lo, mas só depois que conhecê-lo melhor.

A próxima Copa é aqui, não vai poder perder. Vida de treinador da seleção não é fácil, a fiscalização vai ser cerrada.

Boa sorte, @manomenezes, o Brasil is now following you!

@joaodutra

Picolé de limão

março 15, 2010

Nas quartas-de-final da Libertadores de 1995, o Grêmio venceu, em casa, o primeiro jogo contra o Palmeiras, por 5×0.

No jogo de volta, o alvi-verde precisava vencer por pelo menos 5 gols de diferença, pra levar a partida pros penaltis. Apostaria um picolé de limão que essa virada era impossível.

Apoiado pela torcida, no Parque Antártica, o time paulista mostrou que também sabia ensinar dentro das quatro linhas e fez 5 gols! Levou 1.

Final, Palmeiras 5×1, Grêmio classificado. Por causa da diferença de 1 gol nas duas partidas!

O Grêmio, de Paulo Nunes, Arce e Jardel, supera o Palmeiras, de Cafú, Antônio Carlos (hoje treinador do time) e Felipão.

Se tivesse apostado, eu ganharia o picolé de limão. Mas não sem acreditar que seria bem mais fácil. A virada era improvável, mas não impossível.

Semana passada, o Santos ganhou de 10 a 0 do Naviraiense. Pra mim, “ganhar de 10 a zero” era força de expressão, não resultado de futebol.

Apostaria todos os picolés de limão do mundo que o Santos daria outro show contra o Palmeiras.

Pois é, deu no que deu. Palmeiras 4×3 Santos. Probabilidade no futebol definitivamente não rola. Não adianta abrir a boca pra prever o imprevisível.

Robert comandou a vitória palmeirense sobre os Meninos da Vila.

Nesse caso, eu perderia a aposta. Eu teria que pagar os picolés de limão. Mas ficaria com um, pra mim. Dizem que é bom pra quando você queima a língua.

@joaodutra


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.